31 de janeiro de 2012

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: IMPACTO DE DOENÇAS CRONICA - A ARTRITE.

A artrite é um processo inflamatório que se manifesta nas articulações, tendo como consequência, alguns sinais e sintomas (inchaço nas articulações, rigidez, dor, calor local) decorrentes de lesões articulares. A palavra artrite significa literalmente inflamação da articulação, mas frequentemente é utilizada para se referir a um grupo de mais de 100 doenças reumáticas que podem causar dor, enrijecimento e edema das articulações. Estas doenças podem afetar não somente as articulações mas também outras partes do corpo, incluindo estruturas tão importantes como músculos, tendões, ossos, ligamentos e diversos órgãos internos.
A artrite apresenta diferentes fatores desencadeantes (efeito gatilho, causas). É mais frequente em mulheres e costuma iniciar-se entre 30 e 50 anos de idade, mas compromete também homens e crianças. Para que se desenvolva a doença, são necessárias algumas combinações de defeitos genéticos e a presença de um ou mais estímulos externos, o que faz com que a incidência em familiares de pacientes com Artrite Reumatoide (AR) não seja grande. A dor da artrite decorre de diferentes fatores, dentre eles: inflamação da membrana sinovial, dos tendões, dos ligamentos, das fibras musculares, e fadiga. A combinação destes fatores contribui para a intensidade da dor.
A intensidade da dor na artrite varia grandemente de indivíduo para indivíduo. Cada pessoa possui um limiar diferente para a dor, o que depende de aspectos físicos e emocionais – depressão, ansiedade, e até mesmo hipersensibilidade nos locais afetados pela artrite relevantes. A artrose relevante é um processo degenerativo de desgaste da cartilagem, que afeta sobretudo as articulações que suportam peso ou as que fazem movimentos em excesso, como por exemplo as cadeiras-articulação coxo-femoral, os joelhos ou os pés. A endocrinologia e neuroendocrinologia, são áreas em que ao interferir positivamente na fisiologia biotípica do indivíduo, pode ajudar de forma relevante minorar a sequência degenerativa das articulações que suportam o peso, sobrepeso, obesidade ou obesidade visceral e intra-abdominal. Esses fatos nos impelem a termos mais cuidados com nossas articulações, que se não tomarmos ações preventivas e limitantes para nosso organismo, e podem nos incapacitar.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologista – Neuroendocrinologista
CRM 20611



Dra.Henriqueta V.Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930


Como Saber Mais:
1.A artrite é um processo inflamatório que se manifesta nas articulações, tendo como consequência, alguns sinais e sintomas (inchaço nas articulações, rigidez, dor, calor local) decorrentes de lesões articulares...


2.A palavra artrite significa literalmente inflamação da articulação, mas frequentemente é utilizada para se referir a um grupo de mais de 100 doenças reumáticas que podem causar dor, enrijecimento e edema das articulações...


3.A artrose relevante é um processo degenerativo de desgaste da cartilagem, que afeta sobretudo as articulações que suportam peso ou as que fazem movimentos em excesso... 

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Dra.Henriqueta V.Caio, Endocrinologista – Medicina Interna; Dr. João Santos Caio Jr. - Endocrinologista – Neuroendocrinologista; VAN DER HÄÄGEN BRAZIL - Brasil; Marques-Lopes I, et al.Aspectos genéticos da obesidade Ver.Nutr.,Franco M.,et al.reduction and its possible Consequences. CMAJ-2008, vol 178 (8). Andrew Gewirtz e o microbiologista Matam Vijay-Kumar, da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), linhagem de camundongos com deficiência no gene TLR-5, Rosana Radominski, Mônica Cabral.

CONTATO: 
Fones: 55(11) 5572-4848 /(11)2371-3337 (11)9.8197-4706 - TIM
Rua Estela, 515 - Bloco D - 12º andar - Conj 121/122
Paraiso - São Paulo - SP - Cep 04011-002 

11 de janeiro de 2012

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DEFICIÊNCIA DO GENE TLR-5, RESPONSÁVEL PELO RECONHECIMENTO DE VÁRIAS BACTÉRIAS, LEVAM À OBESIDADE.

A conexão entre as bactérias intestinais e a obesidade não é nova, mas ganhou mais peso com uma nova pesquisa publicada na edição de março da revista norte-americana Science, uma das mais prestigiadas revistas de ciência do mundo. E tudo começou por acaso, quando estudando outra doença, os pesquisadores perceberam que in vitro (animais de laboratório) com determinada deficiência no sistema imunológico eram mais “gordinhos” do que seus companheiros saudáveis. Quando os animais tiveram sua dieta controlada, eles perderam peso, porém menos que os outros in vitro (animais de laboratório).
E quando sua dieta passou a ser rica em gordura, eles engordaram mais do que os outros, desenvolvendo também mais doenças relacionadas à sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras), isso fez os cientistas desconfiarem de que havia algo a mais que merecia ser investigado. Uma linhagem de camundongos com deficiência no gene TLR-5, responsável pelo reconhecimento de várias bactérias. Eles descobriram que in vitro (animais de laboratório), eram em média 20% mais pesados que os outros. Eles também comiam muito mais, tinham pressão alta, colesterol alto e resistência à insulina (isso significa que o corpo não usa a insulina de modo eficiente para quebrar os alimentos e transformá-los em energia, podendo resultar em diabetes, obesidade e síndrome metabólica).“Em suma, in vitro (animais de laboratório). apresentam a chamada ‘síndrome metabólica’, um conjunto de distúrbios que, em humanos, aumenta o risco de desenvolver obesidade, doenças cardíacas e diabetes “. Após essas constatações, as bactérias intestinais in vitro (animais de laboratório) foram transplantadas in vitro (animais de laboratório) sem a deficiência, que também passaram a apresentar o mesmo quadro. Os transplantes mostram que as bactérias não são parte do efeito, mas sim causa do aumento do apetite e do sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras).

Alguns in vitro (animais de laboratório). Com deficiência no gene TLR-5 foram tratados pela equipe com antibióticos, para controlar a quantidade de bactérias intestinais. O tratamento reduziu grande parte dos distúrbios metabólicos in vitro (animais de laboratório). A pesquisa aponta que realmente pode haver uma conexão entre a flora intestinal e a obesidade, mas enfatiza: “Estes são achados iniciais, e há muito trabalho pela frente para comprovar que este mecanismo é importante nos humanos. E estes estudos não permitem que se comece a tratar sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética, faz perder peso, por ser mais eficiente na transformação energética que a gordura branca, entre outras) com antibióticos, não é este o caminho”.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930


Como Saber Mais:
1. Com deficiência no gene TLR-5 foram tratados pela equipe com antibióticos, para controlar a quantidade de bactérias intestinais. O tratamento reduziu grande parte dos distúrbios metabólicos in vitro (animais de laboratório...


2. Os transplantes mostram que as bactérias não são parte do efeito, mas sim causa do aumento do apetite e do sobrepeso (obesidade, obesidade com gordura intra-abdominal, obesidade visceral, obesidade central, gordura subcutânea e até a pouca quantidade de gordura marrom que possuímos que não engorda , é muito energética... 


3. Quando os animais tiveram sua dieta controlada, eles perderam peso, porém menos que os outros in vitro (animais de laboratório).
http:// obesidadecontrolada1.blogspot.com/


AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referências Bibliográficas:
Dra.Henriqueta V.Caio, Endocrinologista – Medicina Interna; Dr. João Santos Caio Jr. - Endocrinologista – Neuroendocrinologista; VAN DER HÄÄGEN BRAZIL - Brasil; Marques-Lopes I, et al.Aspectos genéticos da obesidade Ver.Nutr.,Franco M.,et al.reduction and its possible Consequences. CMAJ-2008, vol 178 (8). Andrew Gewirtz e o microbiologista Matam Vijay-Kumar, da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), linhagem de camundongos com deficiência no gene TLR-5, Rosana Radominski, Mônica Cabral.


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